sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Soundgarden - Superunknown


1. "Let Me Drown"
2. "My Wave"
3. "Fell on Black Days"
4. "Mailman"
5. "Superunknown"
6. "Head Down"
7. "Black Hole Sun"
8. "Spoonman"
9. "Limo Wreck"
10. "The Day I Tried to Live"
11. "Kickstand"
12. "Fresh Tendrils"
13. "4th of July"
14. "Half"
15. "Like Suicide"

Diz Chris Cornell que aprendeu a compor de verdade apenas nesse álbum da banda grunge, de Seattle pra variar, Soundgarden. A obra-prima da banda, Supeunknown (1994), alcançou expressivos 3,6 milhões de cópias vendidas, um feito incomum para a banda, já acostumada a ser considerada inferior ao Nirvana e ao Alice In Chains. Escute "Black Hole Sun", "The Day I Tried to Live", "Kickstand", "My Wave", "Fell on Black Days", nessa ordem de qualidade. Um álbum único para ser apreciado por aqueles que amam o Rock n' Roll sujo, rasgado e pesado das bandas Grunge.

Los Hermanos - Ao Vivo Na Fundição Progresso


1. Dois Barcos (4:51)
2. Primeiro Andar (4:22)
3. Além do que Se Vê (3:54)
4. Retrato Pra Iaiá (3:46)
5. O Vento (3:41)
6. O Vencedor (3:21)
7. Último Romance (4:22)
8. A Outra (4:04)
9. O Velho e o Moço (4:04)
10. Sentimental (5:23)
11. Cara Estranho (3:15)
12. A Flor (3:26)
13. Anna Júlia (3:46)
14. Todo Carnaval Tem seu Fim (4:46)

Link 1 - 4Shared

Link 2 - MediaFire

domingo, 24 de agosto de 2008

Paralamas e Titãs - Juntos e Ao Vivo



Titãs e Paralamas são duas bandas que há muito tempo figuram no Hall das bandas a serem respeitadas no Brasil. Desde os anos 80, década em que grande parte das melhores bandas do rock nacional surgiu, esses malucos vêm lançando material novo, que quase sempre são discos acima da média.
Amigos de longa data, as duas bandas se reuniram para fazer uma turnê juntas, coroando o trabalho com um CD ao vivo. O disco foi gravado no Rio de Janeiro com as participações especiais de Andreas Kisser (Selvagem / Polícia), Arnaldo Antunes (Comida / Lugar Nenhum) e Samuel Rosa (O Beco), que no final de sua música completa: “Obrigado pela oportunidade de tocar com os meus heróis.” Na maioria das músicas Titãs e Paralamas relembram seus clássicos, sejam antigos como “Meu Erro” e “Sonífera Ilha” ou recentes como “A Melhor Banda de Todos Os tempos Da Última Semana” e “O Calibre”. Em uma banda com dois bateristas, uns 3 guitarristas, uns 2 baixistas e pelo menos uns 4 vocalistas, é fundamental a sincronia, que com músicos desse naipe, não falta.
Iniciando a pancadaria em grande estilo “Diversão” e “O Calibre” te dão a noção do que vai ser esse show. “Marvin” – que soa estranho sem Nando Reis – mantém o nível. A melhor música do disco é “Selvagem / Polícia” que exteriora todo sentimento “anti-sistema” das bandas. Destacam-se também “Uma Brasileira”, “Óculos”, “ Comida”, “Lugar Nenhum”, “Go Back”, o clássico “Meu Erro” e “Flores”.
Disco essencial para quem curte rock nacional de alto nível.


segunda-feira, 14 de julho de 2008

The Killers - Sam's Town


1."Sam's Town"

2."Enterlude"

3."When You Were Young"

4."Bling (Confession of a King)"

5."For Reasons Unknown"

6."Read My Mind"

7."Uncle Jonny"

8."Bones"

9."My List"

10."This River Is Wild"

11."Why Do I Keep Counting?"

12."Exitlude"

Já faz um tempo que o Rock perdeu a condição de “estilo musical que melhor traduz um clima de festa”. Outros estilos como o Hip-Hop e a Dance Music ganharam espaço nesta concepção e, assim, a atmosfera introspectiva foi a solução encontrada por roqueiros de algumas bandas. Dentre estas, o grupo liderado por Brandon Flowers obteve desde o início de sua trajetória, lugar de destaque.

“Sam’s Town” traz a banda novamente embarcando nesta viagem, ou seja, Rock Dance (ou Dance Rock se você preferir) cheio de questionamentos existenciais do cotidiano, do jeito que seu público gosta. Um aviso prévio aos apressados que a esta altura já devem estar acusando a banda de repetitiva: cuidado!

O álbum apresenta também alguns riscos assumidos pelo grupo, que tenta expandir seus horizontes musicais experimentando novos caminhos, novas sonoridades. O maior exemplo? A adoração momentânea a Bruce Springsteen. O estilo do norte-americanos de New Jersey é presença constante neste álbum: letras narrativas e guitarras cruas.

Destaques para a faixa de abertura e que dá nome ao trabalho, “Sam’s Town”, o ‘single’ “When You Were Young”, faixa cheia de sintetizadores bacanas, e para “Uncle Johnny” e “The River Is Wild”, faixas que são as mais nitidamente influenciadas por Springsteen.

Em “Sam’s Town”, Brandon Flowers e cia. conseguem ao mesmo tempo manter a consagrada fórmula e flertar com novas sonoridades em busca de algo novo para a banda.

Sam's Town - Download



domingo, 4 de maio de 2008

The Raconteurs - Broken Boy Soldiers


1. Steady As She Goes
2. Hands
3. Broken Boy Soldier
4. Intimite Secretary
5. Together
6. Level
7. Store Bought Bones
8. Yellow Sun
9. Call It a Day
10. Blue Veins

Imagine os seus vizinhos barulhentos, sim, aqueles mesmos que ensaiam na garagem, e pense neles como estrelas do rock. É basicamente isso que você vai ouvir em Broken Boy Soldiers: quatro garotos que rimam letras adolescentes, ainda inspiradas em garotas e na simplicidade da vida na escola (eles ainda não chegaram na complexidade da dor de corno).

Uma bateria forte e rebelde de Patrick Keeler e vocais inspirados de Jack White. Guitarras e Baixos? Sim, são bons, com o espírito romântico, mas ainda condizentes com uma banda que acabou de sair da adolescência e sua expectativa de experimentar agora as emoções da vida além do bairro, do computador e do videogame.

The Racounteus, "os narradores" em francês, contam em Broken Boy Soldiers suas histórias de vida em formato de um disco de rock'n'roll.

Link - Broken Boy Soldiers
Link Alternativo

domingo, 20 de abril de 2008

Dead Fish - Sonho Médio


1. Escapando
2. Sobre a Violência
3. Modificar
4. Paz Verde
5. Mulheres Negras
6. Sonho Médio
7. Por Paz
8. Fragmento
9. Hoje
10. Cidadão Padrão
11. Sua Bandeira
12. Canção para Amigos
13. Damu´ Lie
14. Lost Soul

Tudo começou com um grupo de amigos que andava de Skate em Vitória, Espírito Santo. Mesmo sem saber tocar instrumento algum, resolveram criar uma banda e tocar músicas para andar de skate, principalmente hardcore.

Depois de sua fase underground, o Dead Fish, conseguiu seu contrato com uma gravadora, e lançou o cd “Sirva-se”, relançado posteriormente pela DeckDisc. Em 1999, o cd “Sonho Médio” veio para mostrar de vez o que os rapazes eram e o que eles são no cenário musical brasileiro. Com críticas a sociedade, a política e com o som pesado do hardcore, “Sonho Médio” deve ser ouvido no volume máximo, desde sua primeira música Escapando, até a última Lost Soul.

Link - Sonho Médio

Link Alternativo



Matanza - A Arte Do Insulto


1. A Arte do Insulto
2. Clube dos Canalhas
3. O Chamado do Bar
4. Sabendo que Eu Posso Morrer
5. Quem Perde Sai
6. Meio Psicopata
7. Eu Não Gosto de Ninguém
8. O Caminho da Escada e da Corda
9. Ressaca sem Fim
10. Tempo Ruim
11. Quem Leva a Sério o Quê?
12. Whisky para um Condenado
13. Estamos Todos Bêbados


O Matanza é uma banda carioca, que conseguiu misturar o Heavy Metal/Punk Rock com country, bluegrass e música irlandesa. A banda possui um som diferenciado e único. O último trabalho de inéditas do grupo foi lançado em 2006, e chama-se "A Arte Do Insulto".

Iniciando a bolacha já em altíssima velocidade com a faixa-título, uma ode sem papas na língua aos bebuns mais chatos do boteco, o Matanza continua sem concessões em seu som - um hardcore de caminhoneiro, poderoso e mal-educado com levadas country (daquele tipo mais sombrio, a la Johnny Cash) e boas pitadas de irreverência e da violência de sons como Motörhead (cujo vocalista, Lemmy, leva uma vida que lembra e muito as letras do Matanza, aliás).

Prepare-se para ouvir, no volume máximo, os temas favoritos do grupo em canções devastadoras: a canalhice ("Clube dos Canalhas", que presta reverência ao pulador de cerca profissional), a autodestruição ("Sabendo Que Eu Posso Morrer"), a jogatina ("Quem Perde Sai"), a porradaria ("Meio Psicopata"), o modo de vida anti-social ("Eu Não Gosto de Ninguém"). E, é claro, a boa e velha bebedeira, homenageada em "Ressaca Sem Fim" (se você estiver com aquela dor-de-cabeça típica da ressaca, melhor pular esta faixa), "O Chamado do Bar" (com seu antológico refrão "Devo nada pra ninguém / Bebo se estiver afim / A minha vida é minha / E a sua que se foda") e a ótima "Whisky Para um Condenado". Tudo isso quase sem intervalos entre uma canção e outra. Respire se puder.

"A Arte do Insulto" ainda permite que o Matanza revisite o Velho Oeste e seus bandidos sujos e malvados, tão presentes nos anteriores "Santa Madre Cassino" e "Música Para Beber e Brigar", com "O Caminho da Escada e da Corda" - na qual dá para visualizar claramente um vilão sendo enforcado ao pôr do sol do Alabama - e com a balada de despedida "Tempo Ruim". E olha só, ainda tem espaço até para a reflexiva "Quem Leva a Sério o Quê?", que cabe tanto para os críticos da grande imprensa ("A verdade é que não há verdade / Tudo é porque não há não ser") quanto para os pentelhos de plantão que adoram levantar discussões inúteis nos fóruns internéticos ("Desconheço quem tenha razão / Acho perda de tempo qualquer discussão").

Para encerrar, o quarteto desacelera o tom e apela para a deliciosa "Estamos Todos Bêbados", uma inacreditável balada irlandesa (não por acaso, o povo mais beberrão do planeta) com bandolins e tudo mais, de refrão que não dá para ficar sem cantar junto. Definitivamente, não haveria canção melhor para fechar um CD como este. Insulto pouco é bobagem.

Se você acha que o rock nacional está perdido nas mãos da Pitty, dos Detonautas e do Charlie Brown Jr., estes quatro malucos do Rio de Janeiro podem ajudar a desandar o molho com a sua bem-vinda criatividade e autenticidade. No fim das contas, é rock nacional com culhões de verdade. Graças a Deus.


Link - A Arte Do Insulto

Link Alternativo


domingo, 16 de março de 2008

CPM 22 - CPM 22


1. Regina Let's Go
2. Tarde De Outubro
3. O Chão Que Ela Pisa
4. O Perdedor
5. Anteontem
6. 60 Segundos
7. A Velha História
8. Antes Que Seja Tarde
9. Melancolia
10. O Mundo Dá Voltas
11. + Um Dia
12. ... É Isso
13. Últimas Palavras
14. 2 Semanas

Praga
que assolou o rock alternativo americano na década passada, o hardcore melódico aporta no mainstream brazuca com o CPM 22. No mainstream, ressalte-se, pois entre os grupos indies o gênero já é popular há tempos; no entanto, o quinteto paulista tem a vantagem - ao menos mercadológica - de cantar em português. Esse tal HC melódico vem a ser um meio caminho entre o peso e o radicalismo do punk rock e a tentativa declarada de ultrapassar o primitivismo no que se refere ao potencial "assobiável" das canções. Neste sentido, sem querer alçar vôos além de sua despretensiosa capacidade, o grupo atinge um bom resultado. Mais vale ficar com o similar nacional do que com uma "matriz" importada - digamos, grupos como Green Day ou Bad Religion - e reforçar assim a tal "cena" punk rocker brasileira, por mais açucarada que ela soe aos ouvidos dos mais alternativóides.

O som do quinteto é bem básico, duas guitarras sem firulas e uma cozinha ágil fazendo a cama para a boa performance do vocalista Badaui. As 14 faixas curtinhas do disco não desviam muito da cartilha do HC melódico: velocidade e um verniz radical adornando melodias que, ouvidas com atenção, não chegariam a agredir o ouvinte médio de uma FM "popular". Os versos falam de amores e revoltas juvenis, sem elocubrações mais complexas. A música de trabalho
Regina Let's Go! sumariza bem a fórmula da banda. O que não significa que o grupo se repita a vida toda. Músicas como Tarde de Outubro, Anteontem e 60 Segundos capricham no cânone estílistico, mas há boas surpresas no disco. As mais elaboradas O Chão que Ela Pisa (a qual demonstra que o grupo já andou ouvindo muito Superchunk) e Melancolia apontam o apuro melódico e a pegada pop do CPM 22 - que fazem falta a "grandes nomes" do rock nacional atual, tipo Charlie Brown Jr. ou Tihuana.

Escute: "Regina Let's Go", "O Perdedor", "Anteontem", "O Chão Que Ela Pisa" e "... É Isso".

Link: Cpm 22

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Bon Jovi - Slippery When Wet




1. Let It Rock - 5:25
2. You Give Love a Bad Name - 3:44
3. Livin' on a Prayer - 4:09
4. Social Disease - 4:18
5. Wanted Dead or Alive - 5:08
6. Raise Your Hands - 4:16
7. Without Love - 3:30
8. I'd Die for You - 4:30
9. Never Say Goodbye - 4:48
10. Wild in the Streets - 3:54

"Você quis dizer: Lovy Metal"
Google sobre Bon Jovi

Uma das bandas mais marcantes da história do Rock n' Roll. Esse é outro modo de definir o Bon Jovi. Banda essa que já vendeu mais de 150 Milhões de discos. Quer mais?

- Bandas como Kiss, Metallica, Scorpions, Aerosmith, Skid Row, Velvet Revolver, Twisted Sisters e Steve Vai, já abriram shows para o Bon Jovi.

Tá bom o Bon Jovi é o maioral e blá, blá, blá... Vamo falar da banda?

O Bon Jovi é uma banda que surgiu em 1983, na cidade de New Jersey, EUA. Formada por Jon Bon Jovi (Vocais), Richie Sambora(Guitarra), Tico Torres(Bateria), David Bryan(Teclado) e Hugh McDonald(Baixo), a banda lançou em 1984 seu primeiro Álbum "Bon Jovi", que agradou crítica e público, vendendo 500 mil cópias. Em 1985 eles lançam 7800º Farenheit. Um fracasso. Fracasso de crítica, fracasso de público. Nem eles mesmos gostaram. Nas palavras de Jon Bon Jovi "O álbum deveria ser melhor".

Já em decadência eles em 1986 lançam o clássico "Slippery When Wet" que vendeu mais de 12 Milhões de discos. No seu maior estilo Lovy Metal eles arrasaram e subiram ao patamar de astros do rock mundial. Afinal quem nunca cantou uma música do Bon Jovi no chuveiro? A que eu mais canto é "You Give Love A Bad Name". Além dessa, músicas como "Livin' On A Prayer", "Wanted Dead Or Alive" e "Never Say Goodbye" rodaram os chuveiros e as rádios do mundo inteiro.

150 Milhões de discos vendidos = Sucesso = Bon Jovi = Lovy Metal, e blá, blá, blá...


sábado, 17 de novembro de 2007

Devo - Freedom Of Choice


1. Girl U Want
2. It's Not Right
3. Whip It
4. Snowball
5. Ton O' Luv
6. Freedom Of Choice
7. Gates Of Steel
8. Cold War
9. Don't You Know
10. That's pep!
11. Mr. B's Ballroom
12. Planet Earth

O Devo foi uma das 11 atrações do Planeta Terra Festival, que acontece em São Paulo. O Devo, liderado vocalista Mark Mothersbaugh prometeu mostrar aos fãs brasileiros que sua música continua viva.

Além de Mark Mothersbaugh (sintetizadores e vocal), a banda conta com Bob Mothersbaugh (guitarra e vocal), Gerald Casale (baixo e vocais), Bob Casale (guitarra, teclados e vocais) e Josh Freese (bateria).

O Devo foi um dos principais nomes da new wave nos anos 80 e chegou ao topo das paradas com a música Whip It.

A banda também ficou conhecida por sua teoria da "De-evolution" (ou "desevolução"). Segundo ela, a raça humana havia chegado a seu auge, e estava caminhando de volta rumo à idade da pedra, por isso a simplicidade e os ritmos "quadrados" do som da banda.

O Devo é considerado uma grande influência para grupos como Nine Inch Nails, Soundgarden e Nirvana (que regravou Turnaround).

Link - Freedom Of Choice

Devo - Site Oficial

Devo No Orkut


Google